domingo, 11 de setembro de 2011

Não foi dificil não. Foi INCRIVELMENTE INDISCUTIVEL!

Ela, naturalmente, não era amiga. Eu que fui amiga. Fiz minha parte, estou tranquila. Ela simplesmente me esqueceu.

Eu arrumei um emprego. Minha casa agora é um simples descanso. As coisas começam a tomar seu devido lugar.

Amizade? Não, obrigada. Não faço questão.Mesmo porque,só eu sou amiga. Então, que eu usufrua minha amizade comigo mesma. Egoismo sim, cansei de decepção e gente pequena no meu caminho. A porta está fechada

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

E pra ajudar, a unica amiga q eu tinha na faculdade vai sair.
Pra uma faculdade bem melhor. De fato, ela merece. Eu que não mereço. E eu ainda pensei que tinha direito e capacidade a uma faculdade bem melhor do que essa que eu estou... A capacidade eu tinha, só me tiraram o direito.

É... Vai ser bem dificil.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Eu tenho que ser muito trouxa se for chorar por causa disso. Esses dois já arrancaram lagrimas demais de mim. Não posso mais permitir. Não posso.

Eu queria fazer uma contagem regressiva, nem que comece com sei la quantos milhares de centenas. Mas só de saber que um dia a menos é um passo a mais pra minha liberdade, isso me empolga sem igual. Opa, mas eu já faço isso...

Imaginem uma casa que os pais nao tem dialogo com o filho, e quando o filho começa a trabalhar, sim, trabalhar, aquele lance de independencia, e coisa e tal, adrenalina e coisa e tal, e ele quer comprar uma coisa q sempre quis. Eles decidem , sozinhos e longe de mim, que não vão deixar eu comprar. Simples assim.

Entao se eu juntar todo o meu dinheiro, não gastar um real desse salario, por um determinado tempo e , quando tiver a quantia necessaria pra ir embora dessa maldita casa, sem q eles precisem me "ajudar" em um real, eu preciso avisar? Ou posso sair sem eles saberem, como fazem com as minhas decisões e vontades?

Legal né? Ridiculo né? Pra que infernos vc me botaram nesse mundo né? Pra eu me foder né?

Pois foda-se vocês, antes. Seus bostas que só me fazem ficar triste.

sábado, 13 de agosto de 2011

quando eu era mais nova, eu teimava que eu era independente. Não rpecisava de ninguem, nada. Era eu no centro de tudo. Me fodi. Quase morri, tamanho nervoso q eu passava, cada pessoa pior que a outra q eu me realacionava, que quase me levaram ao cume do desespero e derrota.
Aprendi que sozinha eu nao chego a lugar nenhum. Precisaria do meu alicerce: minha familia.
Mas minha familia nao se tocou que eu sou parte disso. Minha mae so trabalha, o casamento ta falido, ela so foge da convivencia. Meu pai, depois que o dinheiro entrou na vida dele, o que ja era cego, tornou-se ganancioso, egoista, da mais valor pro de fora do pra dentro, pra um filho, a mae dos seus filhos. Um aparelho de luz dele vale mais do que eu . Tanto que com um aparelho de luz dele, ele poderia ter pago minha carteira de motorista, matricula da faculdade, material da faculdade.

Mas realaxa sociedade: vcs nao verão nada. Eu prefiro abrir mão dos meus sonhos do que ver vocês fodendo minha paciencia. Sociedade de merda. Tudo é uma grande merda.
Ele simplesmente esqueceu da filha que ele tem.

Mas la na frente, ele vai depender dos filhos. Eu sei que nao terei coragem de ignora-lo tal como ele faz hoje. Eu sei que nao vou, mesmo quando eu deveria.

Eu tenho vergonha disso. Pq Deus eu nao tenho direito a pais como os outros? Pq vc nao me deu esse direito? Que lição maldita é essa que eu teho que aprender? Que vida miseravel é vida carente de amor, carinho, atenção, consideração é essa que vc me deu?

Nessas horas eu questiono muito essa tal coisa de religião. Se existe alguem la em cima olhando por nós, pq esse alguem faz isso, dando essa vida maldita? Eu sei que tenho qualidades maravilhosas, digna de pais ao menos respeitosos, quantos homems e mulheres, casais, gostariam de ter uma filha como eu? E pq ainda assim me coloca nisso?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Eu só queria o carinho de vocês.
De muitos medos que eu tenho, um que me consome mais é o medo de ser igual aos meus pais. Mesmo sabendo que eu já estou fadada a isso, eu temo. Temo muito. E eu choro só de imaginar.
Eu não tenho apoio, não tenho um abraço em horas despretenciosas, horas necessarias, só em horas que realmente ou ela faz o minimo da obrigação dela, ou me larga nesse mundo.
Sabe quando você faz um desenho bem bonito no pré e vai levar pra mostrar pra sua mãe? E ela faz aquele escáceu de tão bonito que os eu desenho ficou? Eu não sei. Masa soube imaginar muito bem como seria. Fiquei triste na hora, revoltei quando adolescente, esqueci quando jovem e hoje eu sinto falta e sei , na maior tranquilidade e aceitação obrigatoria, pq o tempo não volta, que se ela tivesse feito diferente, eu poderia ter sido diferente.
O fato dela ter sido uma mãe que não supria o que era necessario pra que eu fosse hoje uma pessoa bem mais facil de lidar comigo e com o mundo fez com que simplesmente o fato de eu vir a pensar em filhos fosse algo irreal, pq eu tenho medo de tratar meus filhos do jeito que fui tratada. Porque eu sei o quanto faz falta , o quanto eu ja senti de inveja das minhas amigas que tinham mães incrivelmente e quase idealizadamente presentes. é como um romance , eu idealizo coisas tão banais, que quando eu vejo, pelo fato de ser atitudes tão simplorias, fico besta, e logo em seguida incapaz. Eu sofro.
Fomos pobres, ainda somos, mas isso não é motivo. Lembro quando eu vi uma menininha, magrinha, mirradinha, ingenua, indo fazer uma entrevista no PWC e sua mãe a tira-colo. Uma senhora, baixinha, ignorante até, mas... Presente.
Que falava , abençoava , elogiava quase que pro onibus inteiro a filha. E eram nitidamente mais pobres que eu. Mas não eram tão invejosos quanto eu. Pq eles tinham o que eu mais quis , o que eu até hoje quero e nao tenho. Presença. Porque estar junto não significa estar perto. Eu conto para um desconhecido na rua o que eu passo e ele me dá mais atenção que a minha mãe. é tão paradoxo isso, que , até reclamando aqui, me acho uma mimada que só sabe reclamar e uma pessoa que só queria uma mãe perto. Daquelas corujas, que perguntam tudo, que levam e buscam na casa das amiguinhas, que liga pra saber aonde voce está. Não tive isso. Não tenho isso. Não sei se conseguirei suprir essa falta do que não tive com e para os meus filhos. Eu me sinto e até atrevo a ter certeza que sou inutil. Eu precisava de vocês presentes para não sofrer metade do que eu sofro hoje. Se vocês tivessem um pouco de noção e ciencia de que vocês seriam reflexos dos seus pais e que, infelizmente não seria culpa minha, não me colocassem no mundo, eu nao tinha livre arbitrio. Eu estaria seja la aonde fosse, mas não estaria aqui. Sim, é piegas e ridiculo, mas aqui tem uma cabeça pensante, mesmo que irracionalmente e transtornadamente, mas tem. E tem um coração que bate, dois olhos que choram, uma boca que não sorri. dois braços que não dão nem recebem abraços.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Pai, pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos, pai e filho talvez

Pai, pode ser que daí você sinta, qualquer coisa entre esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz....

Pai, pode crer, eu tô bem eu vou indo, tô tentando vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer...

Pai, eu não faço questão de ser tudo, só não quero e não vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você

Pai, senta aqui que o jantar tá na mesa, fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensina esse jogo da vida, onde a vida só paga pra ver

Pai, me perdoa essa insegurança, é que eu não sou mais aquela criança
Que um dia morrendo de medo, nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu

Pai, eu cresci e não houve outro jeito, quero só recostar no teu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa e brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar

Pai, você foi meu herói meu bandido, hoje é mais muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho, você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz




To aqui esperando ansiosa o dia que a gente vai se entender e viveremos em paz... E cada vez q a gente conversa, naquele jeitão caipira nosso morrendo de vergonha que ambos se ocupam com qualquer coisa pra nao se olharem, eu me sinto a pessoa mais feliz desse universo. Eu te amo, pai.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Pai, obrigada por me ensinar a amar os animais... Amar esses bichinhos indefesos que só querem e buscam a nós pra protege-los e ampara-los... Obrigada por me dizer que cada bichinho que morre, ele vai pro Reino dos Animais. Quando eu for desse mundo, eu quero ir nesse Reino e ver todos os bichinhos que a maldade do ser humano levou pra la, quero brincar com todos eles, quero dormir por la, com todos ao meu redor. Eu sempre imagino um lugar bem verde, um gramado bonito, eles brincando, pulando, vivendo em paz... Você me ensinou pai e eu te agradeço, agradeço pelo resto da minha vida. Você tem bom coração pai... Você tem mesmo um bom coração. E sempre me prova e comprova isso. Sempre. Eu me orgulho de ter um pai como você e pelas qualidades que você tem.
Hoje eu choro pela sua ida gatão. Você foi dócil, chegou aqui de mansinho, todos gostaram de você. Vou me lembrar de quando vc festejava todo feliz quando chegavamos e vc fazia carinho, fazia festa, trançava na nossa perna, ficava la , quietinho, mas com a gente. Vou sempre me lembrar. Pra sempre... E vou ve-lo la, no Reino dos Animais junto com todos os outros q eu ja chorei e sinto falta ãté hoje.
Eu queri salvar tosoa oa bichinhos desse mundo, mas sou incapaz pra isso.
Eu xingo, grito, esbravejo, desejo o mal a quem fez isso... Mas tudo que vai, volta... o que é deles, ta guardado. A justiça tarda, mas nunca falha.
Fica com Deus gatão. Fica bem, pra sempre!

sábado, 23 de julho de 2011

Hoje eu acordei cedo, tomei banho cedo, me troquei... Na hora de colocar a calça eu travei. Travei pq não tinha força sequer de saber como eu ia enfrentar aquelas pessoas quando eu estou nesse estado lastimavel. Cancelei  o compromisso, naturalmente como estou estou fazendo com todos, e mais um monte de gente sentiu pena de mim, pra variar. Acabei passando o dia inteiro com roupa de sair, pq sim, depois de cancelar tudo eu me troquei. Até arrumei meu cabelo como há tempos não arrumava. Só pra ficar em casa, enfurnada dentro desse quarto, vadiando por essa internet feito uma perdida sem rumo. E agora eu me visto e volto de onde eu gostaria de sequer ter acordado. E vamos caminhando. Mais um, outro, e outro e outro. Do mesmo jeito, na mesma derrota.

E no fim, todo mundo saiu. Menos eu.
Todo mundo viveu. Menos eu.
Eu sempre escutei que falsidade, mentira , hipocrisia, egoísmo, interesse, eram adjetivos ruins, defeitos, coisas negativas.
Eu fui ensinada a ser um pouco humilde, solidaria, confiante, esse lance de confiar nas pessoas.

Aí eu só me fodi :) . As pessoas me enganavam, me ludibriavam, abusam da minha confiança, abusam da minha bondade, da minha solidariedade. Deixei de ser malandra. Deixei de ser mais uma. Todo mundo enganava todo mundo, menos eu.
Hoje, quando eu chego num lugar que não conheço absolutamente ninguém, eu simplesmente sou educada. Todo mundo tem educação pra oferecer. Eu a ofereço. Mas me pedem mais. Pedem simpatia. Mas ora... Eu ser simpática com alguém q eu sequer conheço, é simpatia ou falsidade? Ser educada já não é simpático da minha parte? Eu escolhi ser educada, eu optei a educação ao invés de qualquer outra coisa. Se qualquer um opta ser educado comigo, merece meu sorriso. Porque não foi falso, não foi hipócrita, não foi interesseiro, Foi educado. Educação é a causa, simpatia é consequencia.
Eu fui educada, mas não distribui sorrisinhos ridículos, forçação de amizade, toque malditos nos outros nem puxei assunto que só Deus sabe como são inúteis. Eu simplesmente não segui o que todo mundo faz. E todo mundo achou que eu estava errada.Todo mundo me criticou, até me ofendeu. Ai eu me recolhi. E isso me deixou triste. Mas ainda assim............................... Se eu estiver num que não conheço absolutamente ninguém, eu simplesmente continuarei sendo educada.
Eu não sei em que momento da minha vida deixei de estar com todo mundo pra ser uma a menos. Sei que virei. Bem aquela sensação de solidão no meio da multidão. Por isso vim pra cá... Escrevendo eu alivio, eu choro, eu brigo, eu faço meu mundo. Todo mundo vive feliz, todo mundo fica bem, todo mundo continua sua rotina hipócrita, menos eu. Eu fico aqui, escrevo minhas coisas, idealizos meus planos, realizo... Vivo.